quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Pensamento

"Não posso continuar sendo humano, se faço desaparecer em mim a esperança"
(Paulo Freire)

sábado, 24 de julho de 2010

Mãe: Eterna Saudade

Minha querida Mãezinha,
Nunca te esquecerei
vou relembrar com muita saudades
os momentos felizes que compartilhamos juntas
e porque não falar dos difíceis também.

A saudade é grande
Nunca pensei que ia te perder tão cedo
Vou guardar no coração:
sua alegria
sua simplicidade
seu jeito todo especial de ser

Jane, nome que jamais se apagará
da minha memória e
do meu coração

Vou repetir o que te disse
nos teus últimos dias
mãe eu te amo muito
a senhora é muito amada
não só por mim , mas por minha família
suas netinhas te amavam muito
NUNCA TE ESQUECEREMOS !!!!!!!!!!! AMOR ETERNO

sábado, 19 de junho de 2010

Na lua ou na tomada


Em todo o mundo, perto de 5% das crianças sofrem de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que acomete dois meninos para cada menina e impacta na maneira pela qual os portadores pensam, agem e são vistos por familiares e pela escola.
Imagine duas crianças de idade semelhante. Enquanto uma já repetiu o ano escolar duas vezes, corre de um lado para o outro, escala móveis, atropela as pessoas, bate na irmãzinha, mostra a língua para quem a olha de cara feia e maltrata o cachorro, a outra é calma, não tem problemas na escola, vive suspirando, distraída e sonhando acordada.
Quem você diria que é o portador de Transtorno de Déficit de Atenção e Hipera­­­­tivi­­­dade (TDAH)? Pois acertou quem apostou nas duas. Ambas têm sintomas que podem caracterizar o transtorno.
Desatenção, impulsividade e hiperatividade são os sintomas mais característicos do TDAH, relatados desde o século 19. Mas foi somente na década de 80 que as crianças passaram a ser diagnosticadas com esse transtorno específico, decorrente de anomalias que interferem na produção dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina no cérebro. Pouco a pouco, o termo se disseminou e hoje é comum chamar qualquer criança agitada de hiperativa.
Adriana Czelusniak

Será que é TDAH?
Confira os sintomas comuns do transtorno, divididos em desatenção, hiperatividade e impulsividade:
Desatenção
- Não consegue prestar muita atenção em detalhes ou comete erros por descuido.
- Tem dificuldade em manter a atenção no trabalho ou no lazer.
- Não ouve quando abordado diretamente.
- Não consegue terminar as tarefas escolares, os afazeres domésticos ou deveres do trabalho.
- Tem dificuldade em organizar atividades.
- Evita tarefas que exijam um esforço mental prolongado.
- Perde coisas.
- Distrai-se facilmente.
- É esquecido.
Hiperatividade
- Batuca com os dedos ou se contorce na cadeira.
- Sai do lugar quando se espera que permaneça sentado.
- Corre de um lado para o outro ou escala móveis em situações inadequadas.
- Não brinca em silêncio.
- Age como se fosse “movido à pilha” e fala em excesso.
Impulsividade
- Responde antes que a pergunta seja feita.
- Tem dificuldade de esperar sua vez.
- Interrompe a fala dos outros ou se intromete.


Fonte: Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais.

domingo, 6 de junho de 2010

Uma pedagogia para fundamentar a Educação


Os seres humanos nascemos INCONCLUSOS, INACABADOS,como nos lembra Paulo Freire[...]. Ele faz dessa idéia a base de sua proposta pedagógica. E afirma que a nossa vocação é SER CADA VEZ MAIS HUMANOS.Vamos nos tornando HUMANOS ou nos desumanizando no decorrer de nossa vida, de acordo com as experiências que tivemos, com as condições que construímos para a nossa vida pessoas e a vida da coletividade. Por isso, devemos nos EDUCAR AO LONGO DA VIDA. Atividades culturais para o desenvolvimento da cultura realizadas na acão coletiva dos sujeitos da educação( praxis pedagógica) sobre as contradições, conflitos, ambiguidades e possibilidades das realidades sociais(econômicas e ideológicas) na busca da construção do ser mais do humano(p.360).
[...] "Ao nos denominarmos de SERES HUMANOS, entre diferentes nomes que demos aos outros animais(gato, cachorro, vaca, cabra, etc) passamos a criar uma ideologia sobre nossa HUMANIDADE(P.364).[...]HUMANIDADE não é apenas o nome que damos ao conjunto dos seres humanos que habita no planeta TERRA. Entendemos HUMANIDADE como a maneira própria de existir desse animal chamado SER HUMANO, ou , simplismente, homem. É O JEITO PRÓPRIO DE SER GENTE! tornar-nos HUMANOS é a finalidade de nossa EXISTÊNCIA. humanos, independentes do sexo e do gênero, a cor, da religião ou idade. IGUAIS NAS NOSSAS DIFERENÇAS: pessoa-indivíduo! (p.365)".
[...] Torna-se menos difícil a construção de nossa humanidade se cultivarmos os valores da solidariedade, da cooperação, do amor e da amizade, do respeito as diferenças, do diálogo, das relações democráticas e de justriça"(p.367).

(SOUZA, João Francisco. E a educação popular,2007)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Homenagem Dia das Mães



Obrigado , Senhor , pela mãe que você me deu
...... por todas as Mães do mundo
...... pelas mães brancas , de pele alvinha
...... pelas pardas , morenas ou bem pretinhas
...... pelas ricas e pelas pobrezinhas
...... pelas mães - titias , pelas mães -vovós ,pelas madrastas -mães ,
...... pelas professoras - mães
......pela mãe que embala ao colo o filho que não é seu
...... pela saudade querida da mãe que já partiu .
..... pelo amor latente em todas as mulheres , que desperta ao sentir desabrochar em si uma nova vida
...... pelo amor , maravilhoso amor que une mães e filhos ...
Eu lhe agradeço , Senhor !

Autor desconhecido

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Aulas Particulares


Aulas Particulares

A aula particular visa tirar as dúvidas do aluno ou até mesmo ensinar a matéria que por algum motivo não foi aprendida na escola.
Avaliamos o porquê do aluno não ter aprendido ou ter ficado com dúvidas na matéria dada e desenvolvemos uma estratégia para o seu melhor aprendizado.
É sempre imprescindível o acompanhamento dos pais para um melhor desempenho do nosso trabalho, e é importante que os pais estejam sempre incentivando e estimulando seus filhos para as atividades que forem propostas.

Reforço Escolar
São muitas as causas que levam o aluno à necessidade do reforço escolar:
- constantes mudanças de escola;
- dificuldades em disciplinas específicas;
- falta de organização para estudar sozinho.

Como Estudar Melhor


Estudar não é só ler ou decorar a matéria.
É comum a gente deixar para estudar na última hora do último dia antes da prova. No dia seguinte, aparece o cansaço, a gente esquece metade do que "estudou" e acaba tirando nota baixa.
É possível aprender a estudar, seguindo algumas dicas simples.


Veja só:

Horário certo

Estudar deve ter hora certa, assim como há hora para comer e para dormir. O tempo total de estudo vai depender da sua idade.

Constância
O melhor é estudar um pouco, todos os dias. Deixar para estudar em cima da prova só causa estresse. Mesmo que você consiga uma boa nota, é provável que esqueça toda a matéria logo depois.

Ambiente
Estude numa mesa, em um lugar sossegado e bem iluminado. Tente se sentar direito, numa cadeira confortável, com as costas retas e bem apoiadas. Na hora do estudo, evite distrações: Ipods, TV, rádio, desligue tudo. E evite atender o telefone (a menos que você esteja só em casa, é claro!).

Entender é fundamental
Procure entender todas as palavras da matéria, todas as frases. Não pule um pedaço difícil do texto, achando que vai entender o sentido geral lá na frente. Procure as palavras desconhecidas no dicionário, tire dúvidas com seus pais e professores. Entender a matéria é a melhor maneira de garantir uma boa nota.

Pela visão

Se você guarda melhor as coisas que vê, pode estudar destacando trechos importantes da matéria com lápis colorido; pode também fazer desenhos sobre o tema estudado, gráficos ou cartazes. Assim, a matéria fica melhor "impressa" na sua memória visual.

Importância dos pais

O apoio dos pais é muito importante para que o estudante tenha confiança em si mesmo.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Mais sobre Allfabetização




Mesmo antes de saber ler e escrever convencionalmente, a criança elabora hipóteses sobre o sistema de escrita.

As pesquisas sobre a psicogênese da língua escrita, realizadas por Emilia Ferreiro e Ana Teberosky no fim dos anos 1970 e publicadas no Brasil em 1984, mostraram que as crianças constroem diferentes ideias sobre a escrita, resolvem problemas e elaboram conceituações.

Aí entra o que pode ser considerado uma palavra, com quantas letras ela é escrita e em qual ordem as letras devem ser colocadas. "Essas hipóteses se desenvolvem quando a criança interage com o material escrito e com leitores e escritores que dão informações e interpretam esse material.
No livro Aprender a Ler e a Escrever, Ana Teberosky e Teresa Colomer ressaltam que as "hipóteses que as crianças desenvolvem constituem respostas a verdadeiros problemas conceituais, semelhantes aos que os seres humanos se colocaram ao longo da história da escrita". o desenvolvimento "ocorre por reconstruções de conhecimentos anteriores, dando lugar a novas construções".

Diagnosticar o que os alunos sabem, quais hipóteses têm sobre a língua escrita e qual o caminho que vão percorrer até compreender o sistema e estar alfabetizados permite ao professor organizar intervenções adequadas à diversidade de saberes da turma. O desafio é propor atividades que não sejam tão fáceis a ponto de não darem nada a aprender, nem tão difíceis que se torne impossível para as crianças realizá-las.
As quatro hipóteses Ferreiro e Teberosky observaram que, na tentativa de compreender o funcionamento da escrita, as crianças elaboram verdadeiras "teorias" explicativas que assim se desenvolvem: a pré-silábica, a silábica, a silábico-alfabética e a alfabética.

As conclusões desse estudo são importantes do ponto de vista da prática pedagógica, pois revelam que os pequenos já começaram a pensar sobre a escrita antes mesmo de ingressar na escola e que não dependem da autorização do professor para iniciar esse processo.

Aqueles que não percebem a escrita ainda como uma representação do falado têm a hipótese pré-silábica.
Ela se caracteriza em dois níveis. No primeiro, as crianças procuram diferenciar o desenho da escrita, identificando o que é possível ler.

Já no segundo nível, elas constroem dois princípios organizadores básicos que vão acompanhá-las por algum tempo durante o processo de alfabetização: o de que é preciso uma quantidade mínima de letras para que alguma coisa esteja escrita (em torno de três) e o de que haja uma variedade interna de caracteres para que se possa ler.

Para escrever, a criança utiliza letras aleatórias (geralmente presentes em seu próprio nome) e sem uma quantidade definida.

Quando a escrita representa uma relação de correspondência entre a grafia e as partes do falado, a criança se encontra na hipótese silábica.
O aluno começa a atribuir a cada parte do falado (a sílaba oral) uma grafia, ou seja, uma letra escrita. Essa etapa também pode ser dividida em dois níveis: no primeiro, chamado silábico sem valor sonoro, ela representa cada sílaba por uma única letra qualquer, sem relação com os sons que ela representa.
No segundo, o silábico com valor sonoro, há um avanço e cada sílaba é representada por uma vogal ou consoante que expressa o seu som correspondente.
A hipótese silábico-alfabética corresponde a um período de transição no qual a criança trabalha simultaneamente com duas hipóteses: a silábica e a alfabética.

Ora ela escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas.

Quando a escrita representa cada fonema com uma letra, diz-se que a criança se encontra na hipótese alfabética.
"Nesse estágio, os alunos ainda apresentam erros ortográficos, mas já conseguem entender a lógica do funcionamento do sistema de escrita alfabético".

(Revista Nova Escola/OUTUBRO DE 2008)

Por que as crianças devem aprender a escrever com letra de fôrma para depois passar para a cursiva?

Esta escolha está relacionada ao processo de construção das hipóteses da escrita.

Durante a alfabetização inicial, os pequenos trabalham pensando quais e quantas letras são necessárias para escrever as palavras.

As letras de fôrma maiúsculas são as ideais para essa tarefa, já que são caracteres isolados e com traçado simples - diferentemente das cursivas, emendadas umas às outras.

O aprendizado das chamadas "letras de mão" deve ser trabalhado com crianças alfabéticas, que já têm a lógica do sistema de escrita organizada.

Antes de estarem alfabetizadas, elas entram em contato naturalmente com as letras cursivas e as de fôrma minúscula e até podem ser apresentadas a elas, desde que tal contato fique restrito à leitura.
(Nova Escola/Novembro de 2008)

o Jogo na Educação


· Há diferença entre Jogo e o Material Pedagógico?

· O jogo educativo empregado em sala de aula é realmente jogo?

Jogo educativo

- Surge no século XVl (Primeiros estudos em Roma e Grécia antigas)
- Platão “importância de aprender brincando”

- Romanos “jogos destinados ao preparo físico”

- Entretanto é com Froebel, o criador do jardim de infância que o jogo passa a fazer parte do currículo de educação infantil.

Importância do Jogo educativo

A utilização de jogos educativos tende a melhorar o processo ensino-aprendizagem e proporcionar ao aluno uma maneira lúdica de aprender.
Segundo Silveira “os jogos educativos podem despertar no aluno: motivação, estimulo, curiosidade, interesse em aprender (...) o aluno constrói seu conhecimento de maneira lúdica e prazerosa”.

O Significado atual do jogo na educação

O objetivo do jogo educativo é o equilíbrio entre duas funções:

1. Função lúdica – o jogo propicia a diversão, o prazer e até o desprazer quando escolhido voluntariamente.
2. Função educativa – o jogo ensina qualquer coisa que complete o individuo em seu saber, seus conhecimentos, e sua apreensão do mundo (Campagne, 1989, p.112).


Alguns critérios são importantes para garantir a essência do jogo na escola:

1. O valor experimental – permitir a exploração e a manipulação;

2. O valor da estruturação – dar suporte à construção da personalidade infantil;
3. O valor de relação – colocar a criança em contato com seus pares e adultos, com objetos e com o ambiente em geral para propiciar o estabelecimento de relações;

4. O valor lúdico – avaliar se os objetos possuem as qualidades que estimulam o aparecimento da ação lúdica.



(Ana Paula/ UFPE, 2008)

terça-feira, 20 de abril de 2010

Pensamento

“Vale a pena ser ensinado tudo o que une e tudo o que liberta. Tudo o que une, isto é, tudo o que integra cada indivíduo num espaço de cultura e de sentidos. Tudo o que liberta, isto é, tudo o que promove a aquisição de conhecimentos, o despertar do espírito científico [...] e tudo o que torna a vida mais decente...”. ( Nóvoa, 1995)